Norma Granada

Numa cidade é crescente a valorização urbana dos prédios inseridos em zonas verdes já estruturadas, dando os mercados mais elitistas especial atenção e valorização a esse aspeto.

A importância e benefícios dos espaços verdes no meio urbano são conceitos incontestáveis, fazendo parte dos valores positivos sociais e humanistas das sociedades ocidentais.

As atribulações por que passa o arvoredo urbano e o número de anos necessários para que os seus benefícios ultrapassem os custos a eles associados, são razões de sobra que demonstram a importância de métodos de gestão que contribuam para melhorar e preservar a vida das árvores e de todos os benefícios delas esperados (Luis Martins 2008).

A Norma Granada é um excelente contributo para a avaliação monetária do património vegetal e de danos em árvores e arbustos, de forma a obter-se a valorização dos prejuízos. Tem sido aplicada em todo o mundo e devido à sua tenra idade tem sido objeto de inúmeras sugestões de correção para tornar mais simples, objetiva e com valores mais adequados, a sua aplicação.

Devido às sucessivas revisões e correções a AEPJP – Associação Espanhola de Parques e Jardins Públicos, autora e responsável pela edição, considera que a Norma Granada é uma Norma viva.

Serve também esta Norma para acharmos os valores patrimoniais das árvores ou arbustos, chamando desta forma a atenção que deve merecer o nosso património vegetal, ajudando a justificar os gastos e cuidados em mantê-lo.

Como todas as normas, deve ser usada com bom senso sem se confundir procedimentos e objetivos.

A CONSAGRA já aplicou esta norma com êxito na elaboração de relatório de peritagem judicial.

Para qualquer esclarecimento adicional sobre esta norma não hesite em nos contactar para o endereço de email  info@consagra.pt