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São concorrentes em Portugal, mas fora das fronteiras desenham estratégias e partilham custos. Com as exportações de fruta, legumes e flores a ultrapassarem os mil milhões de euros até Outubro de 2015, a produção a aumentar e uma profissionalização cada vez maior, os produtores criam empresas comuns para entrar mais depressa em novos países.

 

É na pêra rocha que a estratégia parece estar a ser mais seguida, mas nos camiões que transportam a fruta fora de portas também vão, por exemplo, maçãs ou ameixas portuguesas. Nos frutos vermelhos há casos de entrada de capital estrangeiro nas organizações em troca de um acesso mais fácil aos maiores clientes mundiais.

 

Armando Torres Paulo, administrador da TriPortugal, destaca o caso da pêra-rocha que, diz, é “sinónimo” de Portugal no estrangeiro. “Não é fácil introduzir um produto novo mas depois de lá estarmos conseguimos atrair o consumidor. A pêra não é bonita, mas é resistente, é crunch [crocante], tem capacidade para resistir e isso é essencial: os donos da loja querem produtos que fiquem em bom estado o maior tempo possível. Esta pêra tem este trunfo. E permite chegar a países distantes”, conta.

 

A TriPortugal é um ACE (Agrupamento Complementar de Empresas) que, ao juntar três sociedades, se tornou no maior exportador português de pêra rocha, com vendas no exterior que oscilam entre as 15 e as 25 mil toneladas por ano. Formada pela Frutus, OMelro.OP e O Melro tem à frente uma nova geração de agricultores que seguem as pisadas dos pais. Em 2010, quando foi criada, tinha oito clientes estrangeiros. Agora tem 22. “Todos trabalham e guerreiam pelos melhores clientes no mercado interno, mas lá fora decidimos ir juntos. Abrir mercados é essencial. O primeiro ano é difícil, nos dois a três anos seguintes conseguimos fazer dinheiro, depois surge a concorrência e os preços baixam. Tudo depende do serviço”, diz Armando Torres Paulo, sentado numa mesa do stand da TriPortugal na Fruit Logistica, a maior feira empresarial das frutas e legumes que, na semana passada, decorreu em Berlim.

 

A empresa traz todo o potencial da pêra-rocha à Alemanha e, nos dias da feira, tem um cozinheiro particular que confecciona pratos com a fruta rainha das exportações nacionais. Reino Unido, Alemanha e Brasil são os maiores compradores, mas a TriPortugal está em geografias pouco comuns, como Gana, Nigéria, Singapura ou Hong Kong. “Vimos à feira para estar com clientes com quem fazemos negócio há muitos anos, trazemos um chef que prepara três pratos com pêra-rocha e os clientes, em vez de estarem connosco apenas 15 minutos, ficam 45”, conta Armando Torres Paulo.

 

Cada empresa tem os seus próprios pomares e centrais fruteiras, mas partilha a equipa técnica e comercial. Cerca de 10% da produção que vendem é comprada a outros produtores para responder aos pedidos que, diz o responsável, não têm faltado. “Tem havido procura.”

 

Foi uma “fusão” semelhante que permitiu, no ano passado, que 15 organizações de produtores vendessem em conjunto para a Lidl alemã. Só este negócio – e uma participação forte na última edição da Fruit Logistica – tornou a Alemanha no quinto maior cliente português de fruta, quando em 2014 era o décimo. A expectativa é aumentar as quantidades de fruta vendidas à cadeia de supermercados, não só na Alemanha, mas noutros países europeus onde está presente. E replicar o modelo de negociação conjunta noutras empresas de grande distribuição.

 

Manuel Évora, presidente da Portugal Fresh, a associação que promove a internacionalização do sector das frutas e legumes, adiantou ao PÚBLICO que estão em curso conversações com o Intermarché para vender produtos nacionais na Polónia, Bélgica e França. A Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, com forte presença na Polónia e, mais recentemente, na Colômbia, também está na mira dos agricultores para poderem expandir mercado.

 

“O que interessa é que as empresas deixem de ter vergonha de se associarem e de negociarem lado a lado. Sozinhas não têm condições para vender a clientes de grande dimensão”, defende Manuel Évora.

 

Em Berlim, cerca de 30 empresas e organizações de produtores estiveram na Fruit Logistica, instalada no gigante parque de exposições da capital alemã. O mundo todo cabe neste evento, onde há frutos com nomes impronunciáveis e países que mostram o seu domínio na produção mundial em extensos metros quadrados. Os líderes internacionais como a Dole ou a Chiquita, que levam bananas aos quatro cantos do planeta, impõem-se com estrondo, comparado com o espaço ocupado pela Portugal Fresh e as empresas portuguesas.

 

Sérgio Pereira, da Cooperfrutas, conversa com uma chinesa que saiu do seu stand instalado mesmo em frente para pegar numa pêra-rocha com ar curioso. A Jinxiang County Huaguang também vende pêras, mas da variedade nashi, cuja casca lisa e amarelo-claro contrasta com a aspereza da fruta portuguesa. É exportada da China para a Europa e fácil de encontrar em qualquer supermercado de Berlim. “Estão à venda em todas as superfícies também em Portugal. Nós é que ainda não podemos vender a nossa pêra na China”, diz o representante da organização de produtores (OP) de Alcobaça, com 100 associados.

 

As exportações de alimentos estão sujeitas a autorizações complexas fora da Europa e, com a China, o processo tem sido demorado. Capoulas Santos, ministro da Agricultura, disse em Berlim, durante uma visita ao evento, que há dossiês abertos com 23 países diferentes, mas não especificou se, entre eles, está a pujante economia chinesa, a dar cada vez mais cartas na produção agrícola. Enquanto as autorizações sanitárias não saem, os produtores nacionais apontam baterias para a Europa. Até Outubro de 2015 as vendas para os países da UE aumentaram 16%, enquanto as exportações para fora do espaço comunitário cresceram apenas 1%.

 

A Cooperfrutas foi uma das organizações de produtores que negociou em conjunto com os seus concorrentes nacionais a venda de fruta à Lidl alemã. Teve bom retorno da experiência. “Esperamos aumentar as vendas este ano”, diz Sérgio Pereira.

 

Na última campanha agrícola esta OP produziu cinco mil toneladas de pêra-rocha, 60% para exportação. E quatro mil toneladas de maçã, 30% vendida no estrangeiro. “A fruta é um bem perecível e a exportação é uma oportunidade”, remata.

 

Fernanda Machado, presidente do conselho de administração da Bfruit, percebeu cedo que a união de esforços era a única saída para os pequenos produtores de frutos vermelhos. Criada em finais de 2013 por quatro agricultores do Norte, a empresa alargou o seu capital social a 110 produtores e espera, o mais breve possível, ser reconhecida como OP. “Percebemos que devíamos aproveitar sinergias. A produção de frutos vermelhos só se consegue fazer durante 12 meses por ano no Sul do país e, por isso, alargámos o nosso âmbito a essa região. O Norte é mais forte em mirtilos”, conta.

 

Com 90 hectares de framboesa e 85 de mirtilo, a Bfruit assinou recentemente um acordo com a Multiberries que a vai ajudar a dar o salto. Esta empresa resulta de uma joint venture entre a belga Special Fruit e Gijs Hoogendoorn, sócio da First Fruit, uma das mais reconhecidas da fileira. “A Multiberries passou a integrar o capital da Bfruit que, agora, tem cinco accionistas, cada um com 15,5% de capital. O restante é detido pelos pequenos produtores”, conta Fernanda Machado.

 

A parceria poderá fazer da Bfruit uma das maiores OP de pequenos frutos em Portugal, não só em número de produtores, como também na capacidade de pesquisa de variedades, comercialização e marketing. Até 2018, a intenção é aumentar os 90 hectares destinados à framboesa para 250 hectares. “Criamos mais escala, conseguimos produzir mais volume, entrar em novos mercados e reduzir custos. Só com uma parceria deste género conseguiríamos”, continua Fernanda Machado, sublinhando que há muitos produtores de pequenos frutos mal preparados e sem estratégia comercial.

 

A concentração de esforços na agricultura teve retorno nos números das exportações nacionais. No caso dos frutos vermelhos, Portugal já é “um país de excelência” e só para a Alemanha passou de dez milhões de euros de vendas de framboesas para 30 milhões de euros, destaca Manuel Évora. Olhando para os valores globais das frutas, legumes e flores, o crescimento das vendas internacionais cifrou-se em 13% para 1008 milhões de euros até Outubro de 2015, num ritmo de crescimento muito superior ao do conjunto das exportações de bens do país (progrediram 4% no mesmo período).

 

O ministro da Agricultura, Capoulas Santos, tem como objectivo “duplicar as exportações” do agro-alimentar em quatro anos e está já a “delinear uma estratégia” para o conseguir. “As condições estão criadas, há dinamismo no sector e uma progressiva capacidade de auto-organização, que era essencialmente o que nos faltava. Felizmente há alguns apoios no quadro do PDR2020 [fundos comunitários] que iremos procurar potenciar ao máximo. Mas o que é mais importante são os produtores e as suas organizações”, sublinhou em Berlim.

 

Num jantar com produtores, deixou a fasquia alta: “Queremos crescer a um ritmo duas vezes superior ao que a economia cresce”, “aumentar o peso nas exportações nacionais” e, em cinco anos, “equilibrar em valor o saldo da balança comercial agrícola”.

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Não é só o vinho português que o Lidl Portugal exporta. Frutas, legumes ou azeite são outros dos produtos portugueses que a cadeia de retalho vende nos mercados externos.

O Lidl Portugal vai exportar este ano cerca de oito milhões de garrafas de vinho português, “mais do dobro do efetuado em 2015, para 14 mercados”, disse à Lusa fonte oficial da cadeia de supermercados de origem alemã.

“Este ano, o Lidl prevê “exportar cerca de oito milhões de garrafas de vinho, incluindo Vinho do Porto, para um total de 14 mercados, entre eles Alemanha, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, França, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Itália, Polónia, República da Irlanda, Roménia e Suíça”, disse a mesma fonte.

Este volume de exportações previsto representa “mais do dobro do efetuado em 2015 e ultrapassa o valor total de vinhos portugueses exportados nos últimos seis anos pelo Lidl”, referiu a cadeia de retalho, apontando que estes dados demonstram “que o Lidl Portugal está empenhado em contribuir para a economia e levar artigos de qualidade e o nome de Portugal além fronteiras”.

Questionado sobre qual a razão para esta aposta, fonte oficial da rede de supermercados explicou que a cadeia de retalho está empenhada em “promover os produtos portugueses, tanto quanto possível, contribuindo, assim, para o crescimento da economia nacional, através da exportação, desta feita de vinhos portugueses, grande parte deles exclusivos para o Lidl Portugal”.

A maioria (85%) do volume de exportação respeita a vinhos à venda em exclusivo no Lidl.

“Estes vinhos são provenientes de várias regiões do país, como Dão, Alentejo, Douro e Península de Setúbal”, disse a mesma fonte, quando questionada sobre que tipo de vinhos são exportados.

Mas não é só o vinho português que o Lidl Portugal exporta. Frutas, legumes ou azeite são outros dos produtos portugueses que a cadeia de retalho vende nos mercados externos. “A pera rocha, por exemplo, já é exportada há vários anos para a Inglaterra, Irlanda, França e Espanha e, desde 2014, para a Alemanha”, adiantou a mesma fonte.

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Um coco biológico, servido cru e com palhinha para que se possa beber a água no seu interior, foi o vencedor do Prémio Inovação da Fruit Logistica 2016. O produto já pode ser encontrado à venda em alguns países na Europa, inclusive Portugal, e nos Emirados Árabes Unidos.

O fruto, da variedade Nam Hom, é importado da Tailândia para Espanha, onde é processado pela Genuine Coconut, empresa responsável pelo produto. O director de vendas, Carlos Amoros, avança que a empresa produz 40.000 unidades por semana e «espera poder triplicar essa quantidade» nos próximos anos.

O responsável pela comercialização do produto explica que «esta é uma nova categoria e que os consumidores estão a descobrir água de coco como se estivessem numa praia na Tailândia». O preço, justifica, é «mais elevado porque o processo é muito dispendioso».

Foram os cerca de 65.000 visitantes da Fruit Logistica que escolheram o vencedor. Os mini-tomates da Northern Greens e os pimentos listados da Enjoya ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

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A APTRAN – Associação Portuguesa de Tracção Animal, irá realizar a II edição do Curso Avançado: A Tracção Animal na Gestão Agro-florestal Sustentável, que decorrerá entre os dias 18 e 23 de Março de 2016, na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança, com especial enfoque em horticultura, viticultura, gestão florestal e produção em extensivo, entre outros temas.

Clique aqui para ver o programa.

 

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Um grupo de produtores de pequenos frutos decidiu unir-se para fundar a ‘Bagas de Portugal, C.R.L.’, uma cooperativa agrícola de responsabilidade limitada que tem como missão dar resposta a várias necessidades identificadas no desenvolvimento da atividade, nomeadamente ao nível da comercialização dos frutos. Os órgãos sociais da cooperativa já foram formados e estão agora em funções, com o produtor Paulo Lúcio como Presidente da Direção.

Com cerca de 40 sócios fundadores, a Bagas de Portugal nasce com sede em Sever do Vouga, mas pretende abranger todo o território nacional. Numa nota enviada às redações pela Agim – Associação para os Pequenos Frutos e Inovação Empresarial, é referido que a associação quer “dar resposta à questão do escoamento do fruto, sem dúvida uma das razões principais que esteve na origem do nascimento desta cooperativa.” Para além disso, a organização pretende encontrar soluções para outras áreas de interesse dos produtores, nomeadamente a conservação, armazenagem, transformação, promoção, produção, importação, exportação e qualidade do fruto e seus derivados, em especial dos pequenos frutos, como por exemplo a amora, framboesa, physalis, groselha, baga de sabugueiro, medronho, mirtilo, arando-vermelho, goji, entre outros.”

Segundo os seus estatutos, “a Bagas de Portugal também se irá dedicar à prestação de serviços necessários ao desenvolvimento da atividade dos seus cooperadores; à programação da produção e a adaptação desta à procura; à promoção da concentração da oferta e a colocação no mercado da produção dos cooperadores; ao desenvolvimento e apoio à investigação; à promoção de práticas de cultivo e técnicas de produção e de gestão dos resíduos respeitadores do ambiente; e à organização de ações de formação, workshops, seminários, conferências e outros eventos formativos.”

A Bagas de Portugal está presente online em www.bagasdeportugal.pt/, onde é possível pedir para aderir à cooperativa.

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Terminado o período de contestação à publicação JOUEC 333 09/10/2015, a Alheira de Mirandela já pode ser considerada um produto com Indicação Geográfica Protegida (IGP), faltando agora apenas a formalidade da publicação no jornal oficial da União Europeia da Proteção das Indicações Geográficas e DOP´s Agrícolas e dos Géneros Alimentícios, avança o município, em comunicado.

A atribuição de IGP à Alheira de Mirandela «constitui um instrumento de qualificação que garante a origem e a qualidade do produto junto do consumidor e fortalece o agrupamento de produtores, consolidando a ligação entre produtor e consumidor e a consequente geração de valor através deste produto de qualidade», salienta a Câmara de Mirandela.

A defesa da Alheira de Mirandela tem sido um processo liderado pela Associação Comercial e Industrial de Mirandela, enquanto Entidade Gestora, que também conta com o apoio e a ação da Câmara Municipal de Mirandela, do Agrupamento de Produtores de Alheira de Mirandela e dos deputados da Assembleia da República, Adão Silva e José Silvano.

Neste sentido, foi entregue pelos dois deputados eleitos pelo distrito de Bragança, na Assembleia da República, no dia 8 de janeiro de 2016, um projeto de resolução com cinco medidas de apoio à fileira da alheira que serão determinantes para a recuperação total do setor e valorização do seu potencial económico.

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A SGS ICS – Serviços Internacionais de Certificação reconheceu, no início de 2016, a  Associação de Agricultores do Sul (ACOS) com a Certificação de Qualidade NP EN ISO 9001.

Esta certificação «atesta a qualidade e a conformidade dos serviços da associação com princípios e regras de rigor, transparência e esforço continuado de melhoria tanto em termos de gestão como de desempenho profissional com vista à cada vez maior satisfação dos seus associados e clientes», afirma a ACOS em comunicado de imprensa.

ACOS alia assim mais uma certificação e torna-se uma associação acreditada – com reconhecimento internacional – para formação profissional, serviço de produção e sanidade animal, apoio técnico, vendas, laboratório e Sirca – Sistema de Recolha de Cadáveres Mortos na Exploração.

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A plataforma SICAA – Sistema Informático de Controlo da Alimentação Animal, base de dados e de gestão de informação dos operadores do setor dos alimentos para animais, foi integrada no SIPACE – Sistema de Informação do Plano de Aprovação e Controlo dos estabelecimentos.

A plataforma informática foi assim adaptada ao setor dos alimentos para animais, contando agora com novos dados e funcionalidades.

De acordo com a DGAV, com as alterações agora levadas a cabo, a atualização e migração dos dados levou a que tenham sido alterados os números de identificação individuais (NII) atribuídos. Assim, é assegurado que “apenas um NII seja atribuído a cada estabelecimento, independentemente das atividades desenvolvidas, as quais se encontram contudo devidamente identificadas e associadas a cada local de atividade em apreço.”

“A fiabilidade e fidedignidade de toda a informação disponível passa pela exatidão e atualização dos registos que atualmente dispomos, pelo que solicitamos desde já a vossa colaboração no envio da informação atualizada”, refere a DGAV.

Aqueles que desejarem consultar os seus dados individuais deverão solicitar as respetivas credenciais (utilizador e palavra passe) para o endereço eletrónico sipace.aa@dgav.pt.

O manual de utilização do SIPACE está disponível aqui: http://www.vidarural.pt/wp-content/uploads/sites/5/2016/01/manual-de-utiliza%C3%A7%C3%A3o-do-SIPACE.pdf

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Na reportagem da revista norte-americana Wine Enthusiast Magazine, o Alentejo foi considerado como um dos melhores destinos vinícolas do mundo para viajar em 2016: uma região “rústica, charmosa e a mais relaxante de Portugal, onde se encontram tintos ‘prontos a beber”. A distinção é partilhada com Boardeaux, em França, Paso Robles, nos Estados Unidos, Burgenland, na Austrália, e Alto Adige, em Itália.

Entre as várias propostas que a revista faz ao longo da reportagem, as visitas passam por ir ao Enoturismo Cartuxa, João Portugal Ramos, Herdade do Mouchão, Herdade do Rocim ou Cortes de Cima. A estadia sugerida é no M’AR de Ar Arqueduto, Convento do Espinheiro e Herdade da Malhadinha Nova. Para degustação da gastronomia regional, as prospostas são a Tasquinha do Oliveira, a Cadeia Quinhentista ou o Restaurante da Herdade do Esporão.

Já a Lonely Planet Traveller coloca o Alentejo entre os 52 melhores destinos do mundo para passar um fim-de-semana e destaca Elvas e as suas fortificações – classificadas como Património da Humanidade – a brancura de Castelo de Vide e os cenários rochosos de Marvão.

Fonte: IVV

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Enquadrado no disposto na Lei n.º 152/2015, a DGADR, enquanto entidade gestora da Bolsa de terras disponibiliza uma página informativa e um Formulário de Comunicação Prévia a todos os interessados, privados singulares ou coletivos e públicos, para que participem no processo de referenciação de prédio(s) rústico(s) e misto(s) sem dono conhecido que não esteja(m) a ser utlizado(s) para fins agrícolas, florestais ou silvopastoris.

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