Notícias do Setor

O Conselho Internacional de Cereais (CIC), na sua informação de junho de 2016, reviu em alta os valores para a produção mundial de cereais em 2016/2017.

O aumento foi de 10 milhões de toneladas em relação a maio, até um total de 2.926 milhões, que é a segunda maior colheita registada. Este elevado resultado deve-se ao crescimento de produção prevista de milho.

As chuvas dos últimos meses melhoraram os rendimentos de trigo e cevada na Europa, América do Norte e na Comunidade dos Estados Independentes.

Por esta razão, o aumento de 10 milhões de toneladas, das quais sete milhões correspondem ao trigo, já que o CIC estima uma produção mundial de 729 milhões de toneladas, contra 722 milhões de maio.

No entanto, e apesar do aumento, a colheita esperada de trigo é sete milhões de toneladas mais baixa que a da campanha anterior.

Pelo contrário, o milho, embora os resultados de junho sejam iguais aos de maio, a produção prevista é de mais 34 milhões de toneladas em comparação ao período homólogo do ano passado, atingindo 1.003 milhões de toneladas.

O consumo esta campanha é apenas ligeiramente superior à anterior, pelo que as existências de cereais no final da campanha chegam a 882 milhões de toneladas, mais 15 milhões que na campanha anterior. No caso da soja, prevê-se uma produção de 320 milhões de toneladas, mais oito milhões em relação à campanha anterior.

Fonte: Agrodigital

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A exportação de frutas e hortícolas frescas para países terceiros nos primeiros quatro meses do ano retrocedeu 14% em volume e aumentou três por cento em valor, face ao mesmo período de 2015, totalizando 262.435 toneladas e 296,6 milhões de euros, de acordo com dados do Serviço de Alfândegas e Agência e Impostos Especiais sobre o Consumo.

Dentro da exportação para países terceiros destacam-se dois grupos de países, nomeadamente, os comunitários não europeus, sendo a Suíça e a Noruega os principais destinos e os países terceiros não europeus.

A exportação para países não comunitários recuou 16% em volume e sete por cento em valor, totalizando 115.018 toneladas e 142,5 milhões de euros, – 7%.

A Rússia era o primeiro destino da exportação espanhola dentro deste grupo até o embargo imposto às produções de frutas e hortícolas em agosto de 2014.

Atualmente, o primeiro destino dentro deste grupo de países é a Suíça, com 63.351 toneladas, -10%, por um valor de 92,6 milhões de euros, seguida pela Noruega, com 32.579 toneladas, -8%, por um valor de 33,4 milhões de euros, -14%. Destaque também para o forte retrocesso das exportações para a Bielorrússia, com um total de 3.480.186 euros, -40%.

A exportação para países terceiros não europeus situou-se em 147.397 toneladas, -12%, por um valor de 154 milhões de euros, mais 13%, sendo os Emirados Árabes Unidos, Canadá e Marrocos os principais países de destino. A exportação para os Emirados Árabes Unidos foi de 24,2 milhões de euros, mais 25% ; para o Canadá de 19,8 milhões de euros, mais 10% e para Marrocos de 16,5 milhões de euros, mais 15%.

No âmbito comunitário, a exportação da União Europeia nos primeiros quatro meses do ano desceu em volume, três por cento, até um total de 4,4 milhões de toneladas e aumentou em valor cinco por cento, situando-se me 4.548 milhões de euros.

Os principais destinos são a Alemanha, com 1,18 milhões de toneladas, mais um por cento e 1.258 milhões de euros, mais 11%, França com 824.580 toneladas, – três por cento, e 818,3 milhões de euros, mais dois por cento; Reino Unido com 611.211 toneladas, mais três por cento, por um valor de 728 milhões de euros, mais nove por cento e os Países Baixos com 434.667 toneladas, mais dois por cento e 427 milhões de euros, mais três por cento.

Para a FEPEX, o comportamento da exportação espanhola para países terceiros está a ser determinante para a manutenção do veto russo às exportações espanholas e as barreiras fitossanitárias noutros mercados, que limitam fortemente o acesso aos mesmos.

Fonte: Agrodigital 

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O ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, afirma que os produtores de azeite devem diversificar os seus destinos de exportação para escoar a produção que atingiu, em 2016, o terceiro valor mais elevado em 100 anos.

Capoulas Santos, que falava aos jornalistas após visitar a V Bienal do Azeite, em Castelo Branco, sublinhou que é necessário continuar a procurar mercados para escoar a produção, que é absorvida a nível externo, em quase dois terços, pela Espanha e pelo Brasil.

«Temos de diversificar mercados», afirmou, apontando os Estados Unidos como «um mercado apetecível», embora as exigências técnicas impeçam atualmente as exportações portuguesas de azeite, e realçando o potencial da China, para onde Portugal já comercializa azeite.

Apesar do aumento da produção, as estatísticas mostram que o consumo de azeite em Portugal recuou ligeiramente no ano passado, uma diminuição que o ministro da Agricultura considerou «conjuntural», embora tenha admitido a necessidade de apostar na promoção das qualidades nutricionais desta gordura saudável, interna e externamente.

Questionado sobre as razões do aumento do preço do azeite, que disparou quase 20% em 2015, Capoulas Santos referiu que está provavelmente relacionado com «um maior reconhecimento da qualidade» deste tipo de produtos.

Destacou ainda que o Governo tem como objetivo equilibrar a balança comercial agrícola, em valor até 2021, para o qual contará com os fundos da União Europeia, através do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR2020).

Outro dos objetivos do Governo passa pela instalação de 10 mil novos jovens empresários agrícolas até 2020, para contrariar o envelhecimento da população que se dedica a esta atividade e que coloca Portugal no topo dos países da União Europeia (UE) com maior percentagem de agricultores com mais de 65 anos.

Fonte: Lusa

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O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou na semana passada as Contas Económicas da Silvicultura referentes a 2014.

Em comunicado, a Associação de Promoção ao Investimento Florestal (Acréscimo) analisa os dados e refere que, de acordo com os dados, «em 2014, o Valor Acrescentado Bruto (VAB) da silvicultura registou um decréscimo real, situação não verificada desde 2008«

O peso do VAB da silvicultura no VAB nacional manteve-se em 0,6% (registava 1,2% em 1990 e 0,8% em 2000).

O rendimento empresarial líquido registou uma diminuição face a 2013, continuando assim muito aquém do registado no ano 2000.

«As Contas Económicas da Silvicultura abrangem as atividades de silvicultura, desde a produção de bens, de madeira e de cortiça, às prestações de serviços silvícolas e de exploração florestal», recorda a Acréscimo.

O destaque publicado pelo INE mostra, em termos reais, «uma inversão na tendência de contrariar o declínio progressivo da atividade registada entre 2000 e 2009», refere a Associação.

«Apontam-se algumas das limitações ao projeto do INE, tal como anteriormente evidenciadas pela Acréscimo relativamente a um estudo do Banco de Portugal, designadamente no que respeita à abrangência inerente ao segmento da silvicultura», lê-se no comunicado.

Além disso, alerta a Associação, «importa ter em conta a necessidade de analisar as Contas Económicas da Silvicultura de 2014 à luz da situação simultânea de sobrexploração e de subaproveitamento dos recursos florestais em Portugal. A situação de declínio real evidenciado em 2014 face a 2013 nas Contas Económicas da Silvicultura, acrescido do já registado entre 2000 e 2009, adensa as preocupações quanto à desflorestação que ocorre em Portugal, situação única no contexto da União Europeia».

Fonte: Agronegócios

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A estratégia do Governo para a diversificação da economia e incentivo à produção nacional tem resposta na Zona de Desenvolvimento de Calueque, província do Cunene, onde um grupo empresarial está a montar, numa área de mais de 85 mil hectares, o projecto agro-industrial “Horizonte 2020” para a produção   de carne e leite, açúcar,  rações e cereais (milho e trigo).

Próximo do rio Cunene, o empreendimento vai criar oito mil empregos directos e 37 indirectos. Agosto é o mês do lançamento à terra das primeiras sementes de cereais com a previsão de colheita em Abril do próximo ano.  Em Calueque, o Jornal de  Angola   testemunhou o trabalho de desmatação do terreno e a montagem das bases das unidades industriais para transformação dos produtos.
Na Zona de Desenvolvimento de Calueque, no Município de Ombadja,   está a nascer aquele que pode vir a ser o maior pólo agro-industrial do sul de Angola, a começar pelo investimento previsto – mais de 1.1 mil milhões de dólares – passando pela quantidade e diversidade de agrícolas e pecuários que serão produzidos e transformados localmente com a criação de várias unidades industriais dotadas de tecnologia de ponta e os postos de trabalho que vai gerar.
Situado entre os municípios de Curoca e Ombandja, o projecto “Horizonte 2020” estende-se por um perímetro de mais 85 mil hectares. Uma parte, a maioria, é preenchida com o cultivo de cereais, sobretudo de milho e soja, bem como de  hortícolas. Os restantes hectares estão reservados à actividade pecuária com a criação de gado, sobretudo vacas leiteiras e suínos e como a instalação de unidades fabris, como moagens, matadouros e fábricas de lacticínios.
O conceito agro-industrial do projecto está, assim,  alinhado com uma estratégia para o tornar o mais completo possível, desde a produção até à distribuição passando pela transformação dos produtos.
O projecto é do Grupo Silvestre Tulumba, da província da Huíla, que aceitou o desafio do Governo para transformar uma região tradicionalmente agropecuária e que tem no rio Cunene a sua principal fonte de abastecimento de água numa zona capaz de garantir a produção de bens alimentares para o consumo interno e, também, para  exportação.
O projecto,   constatou o Jornal de Angola, atingiu já uma fase considerada de não retorno, a avaliar pelo volume de obras em curso.
O lançamento da primeira semente à terra está previsto para Agosto deste ano numa área de mais de quatro mil hectares, dos 10 mil desmatados. A área está preparada para receber os primeiros pivôs, dos 400 previstos, para garantir a irrigação sem grandes constrangimentos. Os responsáveis do projecto querem conferir às primeiras sementeiras um simbolismo particular, e em Abril do próximo ano é feita a colheita da produção, a assinalar  o esforço das diversas equipas que trabalham para garantir a sua solidez e robustez.

Produção em grande escala

O cultivo de milho e trigo em grande escala deve  ser o ponto forte do projecto agro-industrial de Calueque, que tem a  garantia de disponibilidade de matéria-prima  para o funcionamento da moagem de milho e farelo.  Esta unidade industrial arranca no segundo semestre do próximo ano e a fábrica de rações começa a funcionar plenamente em 2018. Neste segmento está previsto um investimento de mais de 47 milhões de dólares para uma produção estimada de 47 mil toneladas de farinha de milho e 45 mil de farinha de trigo por ano. Aqui, mais de 372 pessoas têm trabalho garantido.
No projecto agro-industrial de Calueque nada foi deixado ao acaso. Com um investimento de  cerca de 440 milhões de dólares e perto de 800 postos de trabalho directos, da unidade de rações  vão sair  anualmente cerca de 400 mil toneladas de ração para aves, 55 mil toneladas para a alimentação de suínos e outras 50 toneladas para o gado  bovino. Ao estendermos o olhar pelo território do complexo agro-industrial “Horizonte 2020” nota-se um frenesim total. O movimento de viaturas e equipamentos pesados é permanente para garantir o sucesso do projecto com todas as condições para provocar mudança na história agrícola  do sul de Angola.
Outro pormenor notável neste projecto é o trabalho de montagem das bases para todas as estruturas que garantem o funcionamento do projecto, como refeitório, dormitórios, reservatórios de água, oficinas, captação de água, preparação dos locais para o gado e avicultura, constatou o Jornal de Angola.
É uma corrida contra o tempo,   pois 2020 é já no “virar da esquina” e os promotores do projecto querem cumprir integralmente as metas estabelecidas no programa.
“Estamos aqui a trabalhar para mostrar   o potencial de Angola, garantir o fornecimento de bens alimentares à população e ajudar o Executivo no seu programa de combate à fome e à pobreza no país”, diz o empresário Silvestre Tulumba.
Um significativo número de equipamentos está envolvido na abertura de picadas dentro do projecto, que podem atingir cerca de 600 quilómetros, havendo a destacar 18 quilómetros de tapete asfáltico desde Calueque e que pode chegar até à barragem do Ruacana.

Projecto Integrado

O Projecto “Horizonte 2020” foi pensado para tornar todas as suas áreas produtivas auto-suficientes e evitar a dependência das importações, ainda mais numa altura de enormes dificuldades cambiais para aquisição de matéria-prima. Em Calueque, para além da agro-indústria, está  prevista a criação de uma dinâmica rede de armazéns e distribuição da produção para todo o país. O lema adoptado no projecto é “Semear, colher, transformar, produzir, distribuir e consumir”. Um gestor explica: “Em termos práticos, das colheitas que fazem a ração para os animais produzimos o adubo que volta à terra, basicamente, queremos fechar o ciclo e não dependermos de importações.”

Avicultura e bovinicultura

Numa altura em que a “bandeira” do Executivo é a diversificação da economia, a  aposta, pelo projecto  “Horizonte 2020”, na produção de frangos e carne  bovina não podia ser  mais a acertada. E os números avançados ao Jornal de Angola em Calueque sobre a produção e as metas a atingir são, na verdade, impressionantes para aquilo que são os desafios da produção nacional.
Da unidade avícola vão sair anualmente mais de 60 milhões de frangos, 500 mil unidades de galinha rija e 45 milhões de ovos, uma empreitada só possível com a produção de cerca de 400 mil toneladas de ração para aves na unidade industrial a ser montada no complexo.
Na área de bovinicultura, o mercado pode  receber mais de 80 milhões de litros de leite por ano   com o suporte de 26 mil vacas leiteiras e 8.400 bovinos. Anualmente, cerca de 8.300 deste efectivo são abatidos para alimentar a unidade de processamento de carne bovina que é distribuída pelas diversas superfícies comerciais de pequeno, médio e grande porte no país, sobretudo na região sul.
No limite do seu funcionamento, esta unidade industrial, com um investimento acima de 227 milhões de dólares,  movimenta  diariamente pelo menos quatro camiões de leite.
Atento ao potencial pecuário do Cunene, o projecto “Horizonte 2020”  avança com incentivos para incorporar na sua cadeia produtiva todos os pequenos criadores tradicionais da região, a quem vai distribuir vacas leiteiras a importar da Holanda. A produção leiteira destes criadores é encaminhada todos os dias para a unidade de lacticínios do projecto, disse Silvestre Tulumba.
Uma estratégia a trazer lembranças do programa de reactivação, pelo Governo, em 1992, da bacia leiteira do sul de Angola, com a distribuição de 400 vacas então importadas da Holanda às diferentes fazendas que passavam a fornecer o leite à unidade de lacticínios da “Fazenda Jamba”, nos arredores do Lubango. Um complexo industrial de suinicultura vai ser criado e nesta altura as bases para a sua montagem já estão criadas. Quando estiver a operar a 100 por cento tem  mais de duas mil porcas reprodutoras que vão resultar em 47 mil suínos para abate. Preocupações com a ração para essa unidade estão, definitivamente, postas de parte, já que da respectiva unidade vêm anualmente 250 mil toneladas de farelo.
Optimistas, os gestores do projecto “Horizonte 2020” dizem que cerca de 73 por cento da produção é para o mercado nacional  e os restantes para  exportação, o  que é particularmente  significativo numa altura de grandes restrições cambiais, resultado da baixa do preço do petróleo mercado internacional, com o Executivo a avançar  com incentivos aos empresários para a diversificação económica,  com uma aposta  notável nos programas de produção interna de bens essenciais ao consumo da população.
O projecto “Horizonte 2020” prevê, igualmente,   a criação de uma unidade fabril para a produção e transformação de pelo menos 300 mil toneladas de açúcar a partir de grandes plantações de cana-de-açúcar. Pelo menos 500 hectares estão reservados à prdução de hortícolas.  Daqui, segundo os técnicos que trabalham na elaboração do projecto, saem anualmente 15 mil toneladas de bata rena, 7.500 toneladas de cenoura e 5.000 toneladas de cebola.

Inversão do quadro 

Com o surgimento do projecto “Horizonte 2020” inicia-se, também, a inversão de um ciclo marcado com a importação de quase tudo, incluindo cereais e hortícolas da vizinha Namíbia.
“A Namíbia pode deixar de ser um entreposto de alguns  produtos da África do Sul para o território angolano, pois nós podemos  exportar para lá”, disse um jovem empresário que encontrámos em Calueque.
José Charles David, da Fazenda Oshihetekela, próximo do projecto “Horizonte 2020”, é um homem particularmente optimista quanto ao futuro da agro-indústria  nesta região do Cunene. Em 2015 colheu mais de 400 toneladas de batata rena e alho, além de quantidades muito significativas de hortícolas, repolho, cenouras, couves, cebolas e tomate. Estabelecido há mais de 15 anos em Calueque , ele diz que a inversão desse ciclo é perfeitamente possível. “Temos  a água do rio Cunene, terras férteis e, sobretudo, gente disposta a produzir bens alimentares.”
Um ciclo que já começou com o regresso diário e em massa de pessoas, sobretudo jovens, da Namíbia, que aproveitam as oportunidades de trabalho que o projecto “Horizonte 2020” proporciona.
A pé, de carroça e ou de motorizada são às centenas as pessoas que diariamente chegam de diversas localidades da província ao projecto para tentar um  posto de trabalho.
E o sacrifício  vale a  pena. Pelo menos 700 pessoas do Cunene e de outras províncias já conseguiram trabalho nesta fase de  montagem do projecto que vai gerar no seu auge oito mil postos de trabalho directos e 17 mil indirectos, o que é particularmente significativo numa região onde o desemprego atinge níveis assustadores.
Silvestre Tulumba mostra-se satisfeito por dar trabalho a tantas pessoas e anuncia a criação, este ano, de uma academia para a formação técnico-profissional dos trabalhadores do projecto em todas as áreas.
Explica  que a concretização deste desafio contará com o concurso de especialistas de países como o Brasil, Portugal, Espanha, bem como de vários Institutos de formação agrária no país.
O Executivo valoriza muito a transformação, pelo Governo provincial do Cunene, da povoação de Calueque em Zona Económica Especial (ZEE), como um dos passos para o desenvolvimento sustentado da região por via do fomento de projectos agro-industriais. Além de “Horizonte 2020”, outros projectos agrícolas podem surgir nas localidades de Calueque e Manquete, município de Ombadja com a preparação de milhares de hectares para a produção em grande escala de bens alimentares, sobretudo cereais e hortícolas.
O governador provincial do Cunene,  António Didalelwa,  destaca a importância desta zona para o programa de combate a fome e pobreza no seio das famílias camponesas e defende a reabilitação das vias de acesso a Calueque para facilitar o escoamento da produção para os grandes centros de consumo no país e mesmo para a exportação.

Fonte: Jornal de Angola

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Luanda, Lubango e Benguela acolhem provas de vinhos nacionais nos dias 30 de junho, 4 e 6 de julho de 2016.

Angola continua no alvo da promoção dos vinhos nacionais, organizando a ViniPortugal três provas Luanda, Lubango e Benguela nos próximos dias 30 de junho, 4 e 6 de Julho. São iniciativas que visam reforçar o conhecimento e a notoriedade dos vinhos portugueses neste mercado, vinca a ViniPortugal.

«A expansão territorial e conquista de novos mercados regionais» é um dos objetivos estratégicos da divulgação dos Vinhos de Portugal neste mercado, «motivando a ViniPortugal a estender as provas a Lubango e Benguela».

A promoção será iniciada em Luanda, com a Prova de Luanda no Complexo Paz Flôr no dia 30 de junho, que contará com a presença de 31 produtores.

O Hotel Serra da Chela em Lubango acolhe a segunda prova, na qual participam 22 produtores. Enquanto a prova de Benguela será organizada no Mil Cidades Aparthotel, com 26 produtores nacionais, que colocarão em degustação diversos vinhos nacionais.

A ViniPortugal promoverá – junto de distribuidores, importadores, retalhistas e público em geral – os fatores diferenciadores dos vinhos portugueses, «enaltecendo as castas únicas nacionais, a enorme variedade de estilos de vinhos, assim como o elevado potencial gastronómico e a forte tradição de um país que se orgulha por produzir vinhos há mais de 4000 anos».

Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, destaca que «ao nível da promoção dos vinhos portugueses, importa em Angola seguir uma estratégia de defender a posição privilegiada conquistada pelos vinhos nacionais neste mercado, num contexto socioeconómico e político relativamente instável».

«Os consumidores angolanos têm demonstrado uma forte preferência pelos vinhos nacionais que interessa continuar a capitalizar, fortalecendo um maior conhecimento da diversidade da oferta nacional», conclui.

Recorde-se que a ViniPortugal, Organização Interprofissional do setor vitivinícola, reconhecida pelo Ministério da Agricultura, tem como missão promover a imagem de Portugal, enquanto produtor de vinhos valorizando a marca “Wines of Portugal” e contribuindo para um crescimento sustentado do valor dos vinhos portugueses, assim como da sua diversidade. Promove os vinhos portugueses em 12 mercados internacionais.

Fonte: Agronegócios

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A Assembleia da República aprovou por unanimidade um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo a valorização da produção e transformação do medronho.

O documento aprovado na sexta-feira, 25 de junho, resultou da convergência de propostas de diferentes grupos parlamentares, da qual resultou um texto conjunto.

O deputado do PS eleito por Beja congratula-se com a aprovação unanima. Pedro do Carmo acredita que a medida terá efeitos diretos na dinamização da economia da região, nomeadamente nos concelhos de Odemira, Ourique, Almodôvar e Castro Verde.

 

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Os produtores de leite portugueses vão passar a exportar leite para a Colômbia, estando prevista para os próximos dias a publicação das listas das empresas que o poderão fazer, anunciou o Ministério da Agricultura.

«O mercado da Colômbia para leite e produtos lácteos portugueses está aberto. Nos próximos dias serão publicadas as listas das empresas autorizadas a exportar para aquele país. Após essa publicação poderá ter início o processo de trocas comerciais», refere o comunicado do Ministério da Agricultura.

O ministério tem vindo a trabalhar em conjunto com as autoridades colombianas e concluiu o processo, considerando que este «vem agora representar mais um ponto de apoio para a produção nacional e de incremento das exportações para o setor» leiteiro.

De acordo com o mesmo comunicado, o Ministério da Agricultura espera em breve a visita das autoridades venezuelanas, que já pediram uma lista atualizada das empresas exportadoras para aquele país. Em causa está o processo de revalidação das credenciais de exportação de carne de porco, que expiram em agosto e deverão ser revalidadas.

Os serviços do Ministério da Agricultura tencionam aproveitar a oportunidade para desencadear o processo de credenciação de empresas produtoras com capacidade de exportação de leite e de produtos lácteos, com o objetivo de conseguir também a abertura do mercado venezuelano para estes produtos.

Em setembro deverá vir a Portugal uma missão empresarial cubana que integra um perito cuja missão será habilitar empresas de venda de peixe, carne e produtos lácteos portugueses para aquele país, também com o objetivo de «abrir novos canais de exportação para a produção nacional».

Em julho é esperada uma missão de inspectores líbios que vem avaliar o sistema nacional de inspeção sanitária para efeitos de exportação de bovinos, ovinos e caprinos vivos para a Líbia.

Fonte: Lusa

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O Governo voltou a prolongar o prazo para os pedidos de ajuda à atividade agrícola, podendo ser apresentadas candidaturas até ao dia 11 de julho, mediante o pagamento de uma penalização de 1,0% por cada dia útil.

Até domingo (26 de junho) foram apresentadas, no Continente, 168.599 candidaturas no âmbito do Pedido Único e 120.678 candidaturas à medida Manutenção da Atividade Agrícola, segundo dados fornecidos pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.

Na Região da Madeira foram recebidas 11.170 candidaturas, mais 10.964 candidaturas à medida Manutenção da Atividade Agrícola.

A apresentação tardia do pedido de ajuda, no âmbito do Regime de Pagamento Único, é acrescida de 3% por cada dia útil no caso do pedido de atribuição de direitos à reserva para pagamento RPB (Regime de Pagamento Base).

Os pedidos de pagamento dos Prémios à Manutenção e dos Prémios por Perda de Rendimento no âmbito da Medida da Florestação das Terras Agrícolas – RURIS, bem como os Projetos de Arborização, também podem ser submetidos até ao dia 11 de julho, sem penalizações.

O Regime de Pagamento Único (RPU) é um regime de apoio aos agricultores, que tem por princípio básico o desligamento total ou parcial da produção e que substitui total ou parcialmente os apoios diretos anteriormente concedidos ao abrigo de vários regimes, nomeadamente ajuda às culturas arvenses, arroz, leguminosas para grão, forragens secas, lúpulo, extensificação, bovinos machos, abate de bovinos adultos, ovinos e caprinos, etc.

Fonte: Lusa 

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