Notícias do Setor

Não é só o vinho português que o Lidl Portugal exporta. Frutas, legumes ou azeite são outros dos produtos portugueses que a cadeia de retalho vende nos mercados externos.

O Lidl Portugal vai exportar este ano cerca de oito milhões de garrafas de vinho português, “mais do dobro do efetuado em 2015, para 14 mercados”, disse à Lusa fonte oficial da cadeia de supermercados de origem alemã.

“Este ano, o Lidl prevê “exportar cerca de oito milhões de garrafas de vinho, incluindo Vinho do Porto, para um total de 14 mercados, entre eles Alemanha, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, França, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Itália, Polónia, República da Irlanda, Roménia e Suíça”, disse a mesma fonte.

Este volume de exportações previsto representa “mais do dobro do efetuado em 2015 e ultrapassa o valor total de vinhos portugueses exportados nos últimos seis anos pelo Lidl”, referiu a cadeia de retalho, apontando que estes dados demonstram “que o Lidl Portugal está empenhado em contribuir para a economia e levar artigos de qualidade e o nome de Portugal além fronteiras”.

Questionado sobre qual a razão para esta aposta, fonte oficial da rede de supermercados explicou que a cadeia de retalho está empenhada em “promover os produtos portugueses, tanto quanto possível, contribuindo, assim, para o crescimento da economia nacional, através da exportação, desta feita de vinhos portugueses, grande parte deles exclusivos para o Lidl Portugal”.

A maioria (85%) do volume de exportação respeita a vinhos à venda em exclusivo no Lidl.

“Estes vinhos são provenientes de várias regiões do país, como Dão, Alentejo, Douro e Península de Setúbal”, disse a mesma fonte, quando questionada sobre que tipo de vinhos são exportados.

Mas não é só o vinho português que o Lidl Portugal exporta. Frutas, legumes ou azeite são outros dos produtos portugueses que a cadeia de retalho vende nos mercados externos. “A pera rocha, por exemplo, já é exportada há vários anos para a Inglaterra, Irlanda, França e Espanha e, desde 2014, para a Alemanha”, adiantou a mesma fonte.

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Um coco biológico, servido cru e com palhinha para que se possa beber a água no seu interior, foi o vencedor do Prémio Inovação da Fruit Logistica 2016. O produto já pode ser encontrado à venda em alguns países na Europa, inclusive Portugal, e nos Emirados Árabes Unidos.

O fruto, da variedade Nam Hom, é importado da Tailândia para Espanha, onde é processado pela Genuine Coconut, empresa responsável pelo produto. O director de vendas, Carlos Amoros, avança que a empresa produz 40.000 unidades por semana e «espera poder triplicar essa quantidade» nos próximos anos.

O responsável pela comercialização do produto explica que «esta é uma nova categoria e que os consumidores estão a descobrir água de coco como se estivessem numa praia na Tailândia». O preço, justifica, é «mais elevado porque o processo é muito dispendioso».

Foram os cerca de 65.000 visitantes da Fruit Logistica que escolheram o vencedor. Os mini-tomates da Northern Greens e os pimentos listados da Enjoya ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

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A APTRAN – Associação Portuguesa de Tracção Animal, irá realizar a II edição do Curso Avançado: A Tracção Animal na Gestão Agro-florestal Sustentável, que decorrerá entre os dias 18 e 23 de Março de 2016, na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança, com especial enfoque em horticultura, viticultura, gestão florestal e produção em extensivo, entre outros temas.

Clique aqui para ver o programa.

 

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Um grupo de produtores de pequenos frutos decidiu unir-se para fundar a ‘Bagas de Portugal, C.R.L.’, uma cooperativa agrícola de responsabilidade limitada que tem como missão dar resposta a várias necessidades identificadas no desenvolvimento da atividade, nomeadamente ao nível da comercialização dos frutos. Os órgãos sociais da cooperativa já foram formados e estão agora em funções, com o produtor Paulo Lúcio como Presidente da Direção.

Com cerca de 40 sócios fundadores, a Bagas de Portugal nasce com sede em Sever do Vouga, mas pretende abranger todo o território nacional. Numa nota enviada às redações pela Agim – Associação para os Pequenos Frutos e Inovação Empresarial, é referido que a associação quer “dar resposta à questão do escoamento do fruto, sem dúvida uma das razões principais que esteve na origem do nascimento desta cooperativa.” Para além disso, a organização pretende encontrar soluções para outras áreas de interesse dos produtores, nomeadamente a conservação, armazenagem, transformação, promoção, produção, importação, exportação e qualidade do fruto e seus derivados, em especial dos pequenos frutos, como por exemplo a amora, framboesa, physalis, groselha, baga de sabugueiro, medronho, mirtilo, arando-vermelho, goji, entre outros.”

Segundo os seus estatutos, “a Bagas de Portugal também se irá dedicar à prestação de serviços necessários ao desenvolvimento da atividade dos seus cooperadores; à programação da produção e a adaptação desta à procura; à promoção da concentração da oferta e a colocação no mercado da produção dos cooperadores; ao desenvolvimento e apoio à investigação; à promoção de práticas de cultivo e técnicas de produção e de gestão dos resíduos respeitadores do ambiente; e à organização de ações de formação, workshops, seminários, conferências e outros eventos formativos.”

A Bagas de Portugal está presente online em www.bagasdeportugal.pt/, onde é possível pedir para aderir à cooperativa.

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Terminado o período de contestação à publicação JOUEC 333 09/10/2015, a Alheira de Mirandela já pode ser considerada um produto com Indicação Geográfica Protegida (IGP), faltando agora apenas a formalidade da publicação no jornal oficial da União Europeia da Proteção das Indicações Geográficas e DOP´s Agrícolas e dos Géneros Alimentícios, avança o município, em comunicado.

A atribuição de IGP à Alheira de Mirandela «constitui um instrumento de qualificação que garante a origem e a qualidade do produto junto do consumidor e fortalece o agrupamento de produtores, consolidando a ligação entre produtor e consumidor e a consequente geração de valor através deste produto de qualidade», salienta a Câmara de Mirandela.

A defesa da Alheira de Mirandela tem sido um processo liderado pela Associação Comercial e Industrial de Mirandela, enquanto Entidade Gestora, que também conta com o apoio e a ação da Câmara Municipal de Mirandela, do Agrupamento de Produtores de Alheira de Mirandela e dos deputados da Assembleia da República, Adão Silva e José Silvano.

Neste sentido, foi entregue pelos dois deputados eleitos pelo distrito de Bragança, na Assembleia da República, no dia 8 de janeiro de 2016, um projeto de resolução com cinco medidas de apoio à fileira da alheira que serão determinantes para a recuperação total do setor e valorização do seu potencial económico.

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A SGS ICS – Serviços Internacionais de Certificação reconheceu, no início de 2016, a  Associação de Agricultores do Sul (ACOS) com a Certificação de Qualidade NP EN ISO 9001.

Esta certificação «atesta a qualidade e a conformidade dos serviços da associação com princípios e regras de rigor, transparência e esforço continuado de melhoria tanto em termos de gestão como de desempenho profissional com vista à cada vez maior satisfação dos seus associados e clientes», afirma a ACOS em comunicado de imprensa.

ACOS alia assim mais uma certificação e torna-se uma associação acreditada – com reconhecimento internacional – para formação profissional, serviço de produção e sanidade animal, apoio técnico, vendas, laboratório e Sirca – Sistema de Recolha de Cadáveres Mortos na Exploração.

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A plataforma SICAA – Sistema Informático de Controlo da Alimentação Animal, base de dados e de gestão de informação dos operadores do setor dos alimentos para animais, foi integrada no SIPACE – Sistema de Informação do Plano de Aprovação e Controlo dos estabelecimentos.

A plataforma informática foi assim adaptada ao setor dos alimentos para animais, contando agora com novos dados e funcionalidades.

De acordo com a DGAV, com as alterações agora levadas a cabo, a atualização e migração dos dados levou a que tenham sido alterados os números de identificação individuais (NII) atribuídos. Assim, é assegurado que “apenas um NII seja atribuído a cada estabelecimento, independentemente das atividades desenvolvidas, as quais se encontram contudo devidamente identificadas e associadas a cada local de atividade em apreço.”

“A fiabilidade e fidedignidade de toda a informação disponível passa pela exatidão e atualização dos registos que atualmente dispomos, pelo que solicitamos desde já a vossa colaboração no envio da informação atualizada”, refere a DGAV.

Aqueles que desejarem consultar os seus dados individuais deverão solicitar as respetivas credenciais (utilizador e palavra passe) para o endereço eletrónico sipace.aa@dgav.pt.

O manual de utilização do SIPACE está disponível aqui: http://www.vidarural.pt/wp-content/uploads/sites/5/2016/01/manual-de-utiliza%C3%A7%C3%A3o-do-SIPACE.pdf

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Na reportagem da revista norte-americana Wine Enthusiast Magazine, o Alentejo foi considerado como um dos melhores destinos vinícolas do mundo para viajar em 2016: uma região “rústica, charmosa e a mais relaxante de Portugal, onde se encontram tintos ‘prontos a beber”. A distinção é partilhada com Boardeaux, em França, Paso Robles, nos Estados Unidos, Burgenland, na Austrália, e Alto Adige, em Itália.

Entre as várias propostas que a revista faz ao longo da reportagem, as visitas passam por ir ao Enoturismo Cartuxa, João Portugal Ramos, Herdade do Mouchão, Herdade do Rocim ou Cortes de Cima. A estadia sugerida é no M’AR de Ar Arqueduto, Convento do Espinheiro e Herdade da Malhadinha Nova. Para degustação da gastronomia regional, as prospostas são a Tasquinha do Oliveira, a Cadeia Quinhentista ou o Restaurante da Herdade do Esporão.

Já a Lonely Planet Traveller coloca o Alentejo entre os 52 melhores destinos do mundo para passar um fim-de-semana e destaca Elvas e as suas fortificações – classificadas como Património da Humanidade – a brancura de Castelo de Vide e os cenários rochosos de Marvão.

Fonte: IVV

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Enquadrado no disposto na Lei n.º 152/2015, a DGADR, enquanto entidade gestora da Bolsa de terras disponibiliza uma página informativa e um Formulário de Comunicação Prévia a todos os interessados, privados singulares ou coletivos e públicos, para que participem no processo de referenciação de prédio(s) rústico(s) e misto(s) sem dono conhecido que não esteja(m) a ser utlizado(s) para fins agrícolas, florestais ou silvopastoris.

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Estão abertas até 18 de fevereiro as candidaturas para a quarta edição da Academia do Centro de Frutologia Compal, que pretende fomentar a inovação na fruticultura nacional e estimular a colaboração e criação de parcerias para o desenvolvimento de novos negócios.

Serão escolhidos os projetos de 12 empreendedores para participar na Academia. Os três melhores projetos finais recebem uma bolsa de 20.000€.

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