Notícias do Setor

O embargo russo aos produtos da União Europeia (UE) irá prolongar-se até ao fim de 2017.

O ministro da Agricultura russo, Alexander Tkachev, diz, citado pela Reuters, que «o Ministério da Agricultura Russo já começou a preparar um projeto de decreto propondo extensão das medidas de resposta até o final de 2017. A lista de produtos agrícolas não deverá expandir, estamos a falar apenas de estender a duração».

Recorde-se que o embargo russo aos produtos agroalimentares da UE, a agricultura europeia já perdeu 2,2 mil milhões de euros entre abril de 2015 e março de 2016.

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A produção mundial de azeite para esta campanha foi estimada em Novembro de 2015 em 2.988.500 milhões de toneladas. No entanto, segundo os últimos valores recebidos dos países a produção será superior a 3.225.000 milhões de toneladas, o que significa um aumento de 33 por cento, mais 790.500 toneladas.

Este aumento em relação à campanha anterior é motivado, principalmente, pelos países produtores europeus, como a Espanha, que vai alcançar quase 1,4 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 65 por cento frente à campanha passada.

Itália, com 470 mil toneladas aumentou a sua produção em 112 por cento, sem deixar de referir que na campanha 2014/2015 a Itália obteve o valor mais baixo dos últimos 20 anos com uma produção de 222 mil toneladas. A Grécia com 310 mil toneladas, mais três por cento e Portugal com 100 mil toneladas, um crescimento de 65 por cento. O conjunto destes países produtores europeus totalizaram mais de 2.287 milhões de toneladas, o que supõe um aumento de 852.500 toneladas em comparação à campanha anterior, de acordo com a última informação do Conselho Oleícola Internacional (COI).

Também aumentaram as produções em alguns países membros do COI, como a Argélia, mais seis por cento; Argentina, mais 317 por cento; Egipto, mais 19 por cento; Irão, mais 30 por cento, Jordânia, mais 26 por cento; Líbia, 16 por cento e Marrocos, com um aumento de oito por cento. No entanto, a produção diminuiu na Tunísia, com menos 59 por cento; Turquia, menos 11 por cento; Israel, menos 20 e na Albânia e Líbano, menos cinco por cento, respectivamente.

O consumo mundial de azeite previsto para a campanha 2015/2016 vai superar 3.012. milhões de toneladas, mais seis por cento em relação à campanha passada.

Para as exportações totais prevê-se cerca de 763 mil toneladas, valores provisórios, coma União Europeia dos 28 (UE-28) a liderar, correspondente a mais de 68 por cento do total mundial exportado, seguida pela Tunísia, Marrocos, Turquia, Síria, Argentina e o Chile.

As importações previstas são mais altas que as exportações com 823.500 toneladas, com os Estados Unidos à cabeça com 300 mil toneladas, a UE-28 com 132.500 toneladas, Brasil, com 66.500, Japão, com 60 mil, o Canadá com 31 mil toneladas, Austrália com 24 mil e a Rússia com 21 mil toneladas.

Fonte: Agrodigital

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A praga dos citrinos, detetada em jardins e quintais do Grande Porto em janeiro de 2015, está a expandir-se. Já chegou à Região Centro do país.

Até ao momento, não atingiu a produção, não há registos em pomares de agricultores profissionais. Se isso acontecer, temem-se prejuízos na comercialização com impacto na carteira dos consumidores. Menos produção, menos oferta, preços mais altos.

O inseto picador-sugador, psila africana, deforma folhas, debilita plantas, definha citrinos. Ataca sobretudo limoeiros e limeiras, mas também outras árvores da família dos citrinos, como laranjeiras, tangerineiras e toranjeiras.

Esta praga de quarentena está a provocar estragos na faixa litoral de Caminha a Ovar. Em 17 concelhos e 96 freguesias do Norte e Centro. Há casos em Barcelos, Caminha, Espinho, Esposende, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Viana do Castelo, Vila do Conde, Paredes, Trofa, Gaia, Feira e Ovar.

Os autarcas das regiões afetadas estiveram reunidos na semana passada com a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte que tem disseminado informação sobre o assunto e que garante que o consumo de citrinos recolhidos em árvores atingidas pela praga «não tem qualquer risco para a saúde humana».

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A produção de castanha em Portugal está ameaçada pela vespa do castanheiro. Trinta autarquias decidiram combater a praga com recurso a parasitas.

Uma das medidas passa pelo lançamento de parasitas nos soutos e que deverá matar ou pelo menos reduzir esta praga nos soutos.

«O parasita pousa em cima destas galhas fura a galha e vai depositar os ovos junto à larva, sendo que as larvas do parasita alimentam-se das larvas da vespa, paralisando estas últimas», diz José Laranjo, presidente da RefCast – Associação Portuguesa de Castanha.

A doença já atingiu dez mil hectares em todo o país, sendo que o combate à vespa do castanheiro está a ser liderada pela RefCast, com o apoio da Direção Regional de Agricultura e Pesca do Norte e dos 30 municípios envolvidos.

Este ano haverá um atraso na produção e na colheita, garantem produtores.

Fonte: RTP

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A China continental, Macau e Hong Kong compraram quatro milhões de euros de vinhos do Douro e Porto em 2015, um mercado emergente que está a ser palco para acções promocionais, dirigidas a profissionais e escolas de hotelaria.

Organizadas pelo Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), com sede no Peso da Régua, as acções de promoção prolongam-se até sexta-feira e visam dar a conhecer os vinhos da Região Demarcada do Douro (RDD) a um mercado emergente.

Segundo Manuel de Novaes Cabral, Presidente do IVDP, a diversificação dos momentos de consumo e o crescente interesse e sofisticação dos consumidores são factores que tornam este mercado interessante para os vinhos da RDD.

Acrescentou que, por isso mesmo, torna-se assim fulcral trabalhar cada vez mais na promoção dos vinhos do Porto e do Douro junto de profissionais que, por sua vez, os comunicarão ao consumidor final.

Entre as acções realizadas na Ásia, o IVDP destacou as semanas do vinho do Porto em Macau e Hong Kong, com acções de formação para sommeliers e escolas de hotelaria, e ainda jantares vínicos com harmonizações preparadas por chefes com estrelas Michelin.

Os vinhos da RDD marcaram ainda presença na Vinexpo Hong Kong e decorreram, no final de Maio, cerimónias de entronização da Confraria de Vinho do Porto em Xangai e Macau.

Em 2015, o valor das exportações de vinhos do Porto e do Douro para a ‘Grande China’ foi de quatro milhões de euros, incluindo os três mercados: China continental, Hong Kong e Macau.

As exportações destes vinhos representaram 18% do valor das exportações portuguesas de vinho para esse mercado, com especial destaque para as quotas do Vinho do Porto nas exportações para Hong Kong (30%) e dos vinhos do Douro para Macau (19%).

O IVDP é um instituto público, integrado na administração indirecta do Estado, com jurisdição sobre todo o território nacional.

A missão fundamental do IVDP é promover os vinhos do Porto e do Douro em Portugal e no mundo, garantir o controlo da qualidade e quantidade dos vinhos do Douro e Porto, regulamentando o processo produtivo, bem como a protecção e defesa das denominações de origem Douro e Porto e da indicação geográfica duriense à escala global.

Fonte: Lusa

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As condições climatéricas verificadas este ano, sobretudo o excesso de chuva, terão provocado uma quebra entre 55 e 60% na produção de cereja de Resende, no norte do distrito de Viseu.

O Presidente da associação de promoção CER Resende – Cerejas de Resende, Rogério Silva, é da opinião que a qualidade da cereja irá ser boa, mas em muito pouca quantidade.

Segundo o produtor, que tem cerca de 24 hectares de cerejeiras, o frio e a chuva, mas sobretudo a última, destruíram grande parte da produção, atrasando desta forma a colheita em cerca de 15 dias. Contudo, se o tempo quente se mantiver, a cereja irá desenvolver-se rápido, esperando, assim, estes produtores que a chuva não volte, pois então iria ser um problema.

A Câmara de Resende está a preparar, para o fim-de-semana de 28 e 29, a 15.ª edição do Festival da Cereja, que reunirá mais de uma centena de produtores locais.

O festival apresenta este ano, como novidade, o concurso Melhor doce/bolo de cereja de Resende, que pretende incentivar a criação de uma iguaria que identifique o concelho como produtor da melhor cereja, de forma a valorizar a cereja e promover o empreendedorismo na transformação do produto.

Este concelho produz, em média, 3.500 toneladas de cereja, representando um quarto do total da produção nacional.

Fonte: LUSA

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O Secretário de Estado das Florestas disse, em Mondim de Basto, haver nos fundos comunitários 500 milhões de euros para o sector florestal, no âmbito do Portugal 2020, que vão apoiar a floresta e os baldios.

Acrescenta que os fundos europeus podem contemplar vários tipos de projectos na fileira, incluindo a manutenção de povoamentos e instalação, para além de apoios para as empresas que fazem a exploração florestal.

O presidente da Câmara de Mondim de Basto, Humberto Cerqueira, manifestou-se atento às leis do baldio, que estão em discussão na Assembleia da República, lembrando que 80% da área do concelho está ligada, directa ou indirectamente, à floresta.

Diz, também, que é uma actividade muito importante no município, não só pela madeira e pela resina, mas também do ponto de vista dos recursos naturais e paisagísticos, sendo, desta forma, uma marca fortíssima deste território.

Fonte: Lusa

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Segundo uma especialista norte-americana, Virgínia Miller, que se encontra em Portugal, a venda de vinho verde nos Estados Unidos pode acelerar, se forem explicadas aos consumidores locais as características do produto, em especial a sua acidez.

Esta especialista conta que nos Estados Unidos conhecem uma espécie de vinho verde, com algum gás e não conhecem mais nada, mas quando provarem este e verem o quão agradável é e o seu bom preço, irá ser muito popular.

Virgínia Miller integra um grupo feminino de cinco jornalistas, de vários pontos dos Estados Unidos, que está esta semana a visitar a região dos vinhos verdes, a convite da Comissão de Vitivinicultura.

Convidada, em nome do grupo, a falar sobre o vinho verde, sublinhou a sua acidez específica e capacidade que tem para “casar muito bem com muitos tipos de comida”, em especial o peixe e as saladas.

Virgínia Miller sublinhou, por outro lado, a qualidade dos espumantes produzidos na região, que desconhecia e o potencial que poderão ter nos Estados Unidos, apesar de ser um mercado mais saturado. Contudo, frisou, o preço competitivo e a qualidade que exibem, fazem dos vinhos verdes, incluindo espumantes, uma boa opção para os consumidores americanos.

A evolução dos hábitos alimentares nos Estados Unidos e noutros países, com uma aposta em comida saudável, com pratos mais leves à base de legumes e peixe, tem ajudado ao crescimento das vendas de vinho verde, porque é um produto, considerou, que casa muito bem com esse tipo de refeições.

Actualmente, 43% do produto é exportado para nove mercados prioritários e representa cerca de 55 milhões de euros de volume de negócios.

Fonte: Lusa

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A DGAV elaborou um desdobrável com informação sobre a obrigatoriedade de Inspeção de Pulverizadores de Produtos Fitofarmacêuticos.

 

Consulte o desdobrável aqui:  http://www.dgadr.mamaot.pt/images/docs/destaques/insp_pulverizadores_fitofarm.pdf

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A Comissão Europeia atualizou a lista de substâncias que podem ser utilizadas na agricultura biológica na União Europeia (UE), adicionando mais 39 produtos à lista, para diferentes propósitos, tais como substâncias básicas, como o vinagre, para serem utilizadas como produtos fitossanitários.

Em paralelo, o Regulamento permite uma maior clarificação e simplificação da legislação em vigor na agricultura biológica, na produção de algas e vinho biológico e simplifica as normas de aprovação das substâncias para no futuro facilitar um processo mais eficiente e transparente de possíveis ajustes.

O setor da produção biológica cresceu 400 mil hectares por ano na última década.

Em 2014, 5,9% da superfície agrícola da UE estava certificada como biológica. O valor da produção aumentou também entre 5 a 10% ao ano nos últimos 10 anos.

Fonte: Agrodigital

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